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10 de abr. de 2012


Promessas Invisíveis, mas Reais


... e tudo quanto pedirdes em oração (tendo fé e realmente) crendo, recebereis.
Mateus 21.22

Antes de Deus cumprir sua promessa de dar um filho a Abrão, Ele mudou seu nome de Abrão (pai exaltado) para Abraão (pai de multidões) (veja Gênesis 17.1-6). Deus falou a promessa muito antes que ela se tornasse visível para todos.
Tudo o que está na Palavra de Deus são promessas que podem ser correta e legalmente ditas mesmo antes de ser visíveis. Alcance no reino espiritual o que você ainda não pode ver e traga as promessas de Deus dali, com as palavras de sua boca e profetize-as, chamando-as à existência. Leia a Palavra de Deus e aja conforme o Espírito Santo dirigí-lo hoje. 



"FÉ é pisar no primeiro degrau, mesmo que você não veja a escada inteira".

16 de fev. de 2012

BRINCANDO CARNAVAL (Dennis Downing)




Era quarta-feira de cinzas. Estava sentado na frente da pequena sala
onde aplicava injeções na emergência do Hospital Getúlio Vargas.
Corredor lotado. Macas enfileiradas dos dois lados. Só dava para uma
maca ou cadeira de rodas passar pelo meio, e o que passava de
bombeiros chegando e maqueiros voltando era impressionante.
Emergência lotada em hospital público não é novidade. Mas, durante
Carnaval parece cenário de filme de guerra.
Meu amigo Tavares, um morador de rua, estava no hospital devido a uma
“brincadeira” de outro “amigo”. O “amigão” dele achou engraçado dar
algumas latas de cana para Tavares e depois jogá-lo no chão em cima
de uma planta venenosa. Até hoje não descobri o nome daquela planta,
mas, o que ela fez com o braço de Tavares era de espantar. Parecia
queimadura de terceiro grau. Além de uma fratura no braço, ele também
sofria com a pele ardendo e corria sério risco de infecção.
Lá estavamos, sentados em cadeiras de plástico, aguardando as
injeções antitetânico, de um antibiótico e do analgésico que Tavares
precisava para aguentar a dor. Ainda alimentamos uma pequena
esperança de conseguir uma maca para ele, pois Tavares teria que
passar alguns dias naquele corredor.
Enquanto aguardávamos, eu olhei as paredes da sala. Estavam todas
enfeitadas com detalhes de decoração de Carnaval – serpentinas em
fita de papel, buzinas, balões e chapéus de isopor, e as tradicionais
máscaras de todos os tipos. Tudo com cores berrantes. Parecia uma
alegria só.
Fiquei olhando para a decoração festeira e para os homens, mulheres e
crianças imprensados nas cadeiras e enfileirados nas macas no
corredor. Quanta festa! Quanta alegria! Quanta dor! Quanta tragédia!
É claro que nem todas as dezenas de pessoas sendo atendidas na
emergência estavam lá em decorrência do Carnaval. Mas, nos dias que
sucederam, conversando com um e outro, descobri que vários estavam
lá, sim, justamente como consequência dos acidentes, das bebedeiras,
das brigas e agressões, enfim, das “brincadeiras” da grande festa do
rei Momo.
Sabia que o “rei Momo”, personagem da mitologia grega, era filho do
sono e da noite, e, de acordo com a lenda, foi expulso do Olimpo por
ridicularizar os outros deuses? Imagine como o verdadeiro Deus se
sente nos dias do nosso Carnaval.
Sabia que a palavra Carnaval vem do latim “carne levare” que
significa “abstenção de carne”? A expressão originalmente se referia
à tradição da igreja Católica instituida no século XI da Quaresma, um
período de 40 dias de privações que se iniciava na Quarta-feira de
Cinzas e terminava na Páscoa. Uma idéia interessante, certamente com
boas intenções. Entretanto, a chegada do período de privações acabou
incentivando a entrega aos prazeres da carne no período que antecedia
esses dias de abstenção. Logo começou a nascer o espírito do nosso

“Carnaval”.
Enquanto olhei os enfeites bonitos e alegres nas paredes da
emergência, não podia deixar de ser comovido pelo contraste com os
corpos agredidos, abusados e quebrados ao meu redor. Não havia lugar
para se sentar. Um homem tentava dormir numa cadeira. Mãe e filha
encolhidas em outra. Só dava para imaginar o que havia sucedido.
 Um senhor de idade vagava de sala em sala buscando uma pessoa para
autorizar um raio-x.
Conversei com os parentes de um jovem que sofreu um derrame.
Veio de outro estado brincar Carnaval aqui. E acabou em trajédia, paralisado
em cima de uma maca. O irmão, perplexo, só olhava para o espaço.
Ele aceitou, grato, uma folha com um salmo. Não tenho a coragem em
lugares assim de “pregar”. Alguns tem. Eu não tenho. Só consigo fazer
uma pergunta ou outra para compreender um pouco melhor o que estão
passando. Escuto. Oro. Compartilho um salmo. É o que precisam.
Fiquei olhando as máscaras na parede. O que talvez para alguns era um
adereço alegre para mim parecia algo sinistro. Comecei a pensar, por
que máscaras? Para que encobrir? Ocultar o que? O que se tem a ganhar
com isso? Quem tem a ganhar com isso? Aí, me lembrei de quem encobre,
esconde e finalmente engana. É o pai de tudo isso. É a arte, a profissão dele.
Carnaval. É uma alegria só. Não é verdade? É o grande momento dos
adultos “brincarem”. Sim, claro.
Só não entendo por que os bancos de sangue tem que fazer tantos
apelos nas semanas que antecedem Carnaval. Não faz sentido para mim
por que o estado tem que mobilizar tanto policial nesses dias tão
alegres. É um mistério por que as emergências ficam lotadas e o
movimento no IML se torna tão intenso num momento tão festeiro.
Nunca entendi porque aquela minha amiga que é obstetra diz que daqui a nove
meses vai nascer tanto bebê nas maternidades públicas, e
estranhamente de tantas mães solteiras. Estranho.
Não dá para entender. Deve ser coincidência.

Carnaval é uma alegria só, não é? Vai se juntar? Vai se divertir? Vai

brincar? A escolha é sua. Mas, se for, não esqueça sua máscara.

22 de jan. de 2012



CULTIVAR E GUARDAR O “JARDIM”

“Clama a mim, e te responderei, e anunciar-te-ei coisas grandes e firmes que não sabes.” (Jr 33:3)

É tempo de reatar o relacionamento com Deus, de falar, de ser ouvido e de obter resposta. Nestes últimos quarenta dias de jejum e oração temos visto a resposta de Deus a cada clamor e o quanto esse relacionamento “de perto” tem trazido um grande avivamento em nosso meio!

Todo relacionamento precisa ser cultivado e guardado. Adão não valorizou o que Deus lhe havia entregue e ao decidir-se pelo pecado, quebrou seu relacionamento com Deus e foi expulso do paraíso (Gn3:9-11).

A história, desde então, continua repetindo-se pois não valorizamos tudo o que Deus nos tem dado: os relacionamentos familiares entre marido e mulher, pais e filhos, lideres e discípulos, amizades, bens, até mesmo a posição de filhos de Deus e o relacionamento pessoal com o Espírito Santo, até sermos lançados fora, pelo nosso próprio pecado.

Homem e mulher, precisavam de um culpado para justificar seus pecados, e aí está a grande questão de nossa vidas, assumir a culpa e reconhecer o nosso pecado.
Viver em família é o projeto de Deus para todos nós, enquanto “viver solitário” é viver em trevas e longe de Deus.

Deus fala através do profeta Jeremias, dizendo:

“Assim diz o SENHOR: Neste lugar que vós dizeis que está desolado, e sem homem,…sem morador, sem animal, ainda se ouvirá: A voz de gozo, e a voz de alegria, a voz do esposo e a voz da esposa, e a voz dos que dizem: Louvai ao SENHOR dos Exércitos, porque bom é o SENHOR, porque a sua benignidade dura para sempre; dos que trazem ofertas de ação de graças à casa do SENHOR;…Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Ainda neste lugar, que está deserto,…haverá uma morada de pastores, que façam repousar aos seus rebanhos”(33:10-12)

No Novo Testamento, o termo grego: Koinonia, é muito usado e significa comunhão, participação (sócio), companheirismo, contribuição e também tem o sentido de unidade. Se temos comunhão (koinonia) com o Espírito Santo, podemos dizer que temos comunhão (koinonia) uns com os outros. Um é decorrência do outro, quando o principal e o primeiro relacionamento (com Deus) é estabelecido, todos os demais relacionamentos também o são.

A oração e o clamor é a grande chave para termos comunhão com o Espírito Santo. Somos quebrantados, as respostas e a unção nos alcançam e a vida é acrescentada abundantemente. Você já se deu conta de que o Espírito Santo é uma Pessoa divina, que tem intelecto, emoções e vontade? Que como Pessoa que é, quer ser notado, honrado no seu dia a dia, pois afinal, Ele é companheiro, participa junto com você de cada circunstancia, contribui e quer ser UM com você e trabalha para que você seja UM com o Pai e com o Filho!

Será que paramos para dar-Lhe as boas vindas a cada manhã, a cada despertar?

Creio que por isso e muito mais, é que somos tão falíveis e não provamos o melhor do Espírito Santo em nossas vidas! Quantas vezes oramos com gratidão pela sabedoria, capacitação, talentos e dons? Quantas vezes ao dia damos lugar a Ele, dizendo: toma conta de tudo, usa-me e me ensina a fazer a tua vontade neste dia! Ao final do dia, agradecemos pelos Seus feitos? Se estabelecermos um relacionamento de amor e honra com o Espírito Santo teremos a sensibilidade de estender a koinonia em todos os relacionamentos ao nosso redor.

No Livro de Atos dos Apóstolos, no dia de Pentecoste, o Espírito Santo veio como “um vento impetuoso” e todos foram cheios do Espírito Santo. Assim como o vento está em toda parte, em todos os lugares e não há um só lugar onde não tenha vento, assim é o Espírito Santo, que é Deus, e é Onipresente.

O vento está dentro de cada um nós, a não ser que nos recusemos a respirar o ar. Assim como fisicamente necessitamos respirar, espiritualmente necessitamos ser cheios do Espírito Santo. Quanto mais orarmos, mais cheios seremos, e quanto mais cheios do Espírito estivermos, mais necessidade de orar teremos, e permaneceremos em uma atitude de oração e comunhão 24h do dia.

“O vento assopra onde quer, e ouves a sua voz, mas não sabes de onde vem, nem para onde vai; assim é todo aquele que é nascido do Espírito”. (Jo 3:8)

O vento se move com liberdade e sem restrições, portanto, o planejar é do homem mas o executar é de Deus. A sensibilidade e obediência ao Espírito Santo farão toda a diferença e se não determos a Sua ação, os sinais nos acompanharão:

“E estes sinais seguirão aos que crerem: Em meu nome expulsarão os demônios; falarão novas línguas; pegarão nas serpentes; e, se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e porão as mãos sobre os enfermos, e os curarão”. (Mc 16:17-18)


Não podemos ir adiante do Espírito Santo, pois Ele veio para ser “capitão” do nosso caminho! Não despreze essa maravilhosa parceria! Reconheça-O como Senhor de todos os seus relacionamentos: conjugal, familiar, com seus lideres, discípulos e amigos!

Cultive e guarde o “Jardim” do SENHOR! Vivendo a plenitude do Espírito Santo! É tempo de “Milagres”!

Em união,

Palavra apostólica-Iapp12.com

11 de jan. de 2012

O que vi na casa do Oleiro...


“Dispõe-te, e desce à casa do oleiro, e lá ouvirás as minhas palavras.” Jeremias 18:2




O verdadeiro sentido da vida só pode ser experimentado através de um relacionamento com Deus. Ele, por sua vez, tem um de­sejo muito grande de falar com o homem. A bíblia diz que Deus fala com o homem através da natureza, através da Sua Palavra. É interessante obser­var que Deus pode falar conosco até mesmo através das situações mais inusitadas da vida. Veja o que aconteceu com o profeta Jeremias. Deus disse: “Dispõe-te, e desce à casa do oleiro, e lá ouvirás as minhas palavras”. O que Deus teria para mostrar ao profeta na casa do oleiro? Bem, antes de mais nada, quero dizer que Deus está disposto a falar conosco em todos os lugares: casa, trabalho, escola, etc... Basta estarmos atentos e dispostos a ouvi-lo. Nesses últimos dias, tenho descido com constância à casa do oleiro. Meu desejo, nessa men­sagem, é repartir com você três coisas que eu vi na casa do oleiro.

Primeiramente, ao chegar lá, vi que o oleiro estava entregue ao seu tra­balho sobre as rodas (v. 3). É impressi­onante a dedicação e o empenho de to­do oleiro. O foco e a entrega garantem a qualidade da obra. É impossível olhar para esse quadro sem lembrar das palavras do Senhor Jesus em João 5:17 – “Meu pai trabalha até agora e eu trabalho também”. Você se lembra em que contexto Jesus disse isso? Na cura de um paralítico havia 38 anos! Não é tremendo? Saber que o Senhor, nosso oleiro, trabalha em nossa vida dia e noite sem se cansar? O Senhor está trabalhando em nossas vidas, até ver o vaso terminado!

A segunda coisa que eu vi na casa do oleiro é que a roda não pode parar. Quando observamos o oleiro trabalhando junto à roda, percebemos que ele é quem determina a velocidade da roda. O único detalhe é que a roda não pode parar, pois no momento em que a roda para, o barro seca e não há mais possibilidade de moldar o barro na forma que o oleiro quer. Quem determina a velocidade das provas é o Senhor. Precisamos entender que “todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam o Senhor”, conforme Romanos 8:28. Deus está no controle de todas as coisas. Ele nunca deixou o trono! Ele nunca deixou o controle das nossas vidas. Muitas vezes somos tentados a parar ou desistir. Deixe-me dizer algo: Deus trabalha até agora em nossa vida e o Senhor Jesus trabalha também. Não podemos parar! Não podemos desistir! A roda ainda não parou e há muito ainda que Deus deseja fazer em e através de nós.

Além de olhar para a entrega do oleiro e para a roda, creio que um dos maiores desejos do coração de Deus, é nos fazer olhar para as mãos do oleiro. Uma das coisas que mais me impressionaram na casa do oleiro é o fato de que suas mãos estão constantemente sujas. É impossível ver um oleiro trabalhando junto à roda de mãos limpas. Para trabalhar o barro, até o ponto de fazê-lo um vaso, o oleiro precisa sujar as suas mãos naquele contato direto com água e terra.

Penso que devemos parar, por alguns instantes, para visualizar as mãos do Senhor. O Salmo 123:2 diz: “Como os olhos dos servos estão fitos nas mãos dos seus senhores, e os olhos da serva, na mão de sua senhora, assim os nossos olhos estão fitos no SENHOR, nosso Deus, até que se compadeça de nós”. Penso que o Senhor deseja curar muitos de nós à medida que contemplemos as Suas mãos. Mãos que tocaram o esquife e ressuscitaram o morto (Lucas 7:14), mãos que tocaram o leproso (Lucas 5:13), mãos que tocaram os olhos de um cego (Mateus 20:34), mãos que podem tocar sua vida e minha vida nesse instante.

Quando descemos à casa do oleiro e aprendemos essas lições, entendemos que o que o Senhor estava querendo dizer ao profeta, e o que Ele quer dizer e a nós, hoje:
1. Eu sou o oleiro que trabalha em sua vida;
2. Você é o barro que, trabalhado por mim, pode ser transformado num belo vaso.
O relacionamento que estabelecemos com o Senhor é do vaso que não pode determinar sua forma e tamanho. Só o Senhor (oleiro) o pode! Nosso rela­cionamento com o Senhor deve ser como do vaso que se deixa moldar pelo oleiro. Creio que a experiência que o profeta Jeremias presenciou na casa do oleiro é a experiência que todos nós, experimentamos hoje. Somos esse vaso feito pelo oleiro que, ainda que se quebre durante a sua produção, o oleiro tem a capacidade de fazer dele um vaso novo. Ainda que a nossa vida tenha nos marcado: decepções, frustrações, medos, sofrimento, etc., o Senhor está disposto em fazer um vaso novo. Mas para isso, precisamos obedecer à sua voz, que ainda hoje nos diz: “Dispõe-te, e desce à casa do oleiro, e lá ouvirás as minhas palavras.”

Do site: www.comcrist.org

6 de jan. de 2012

O bom começo...





"Quem [com razão] despreza o dia das coisas pequenas?” – Zacarias 4:10

Tudo que é grande começa com uma coisa pequena, e sua atitude no começo geralmente determina o seu sucesso no fim. A Bíblia diz: “Quem [com razão] despreza o dia das coisas pequenas?”. Deleite-se com o que Deus lhe der para começar, porque Ele se deleita nisso! Agradeça a Ele pelos seus pequenos começos. Antes que a seca terminasse e as chuvas viessem, Elias viu uma nuvem do tamanho da mão de um homem (1 Reis 18:44). É algo muito pequeno, mas ele se alegrou com isso porque era o sinal de que coisas maiores estavam por vir. Não destrua sua semente duvidando do seu potencial. Deus lhe dá uma semente de esperança, algo pequeno – mas alguma coisa é melhor que nada. Pegue essa semente e plante-a, orando por ela e acreditando que Deus dará o aumento. Muitos de nós jogamos fora a nossa semente. Quando “desprezamos” alguma coisa, reduzimos o seu potencial; não damos atenção e não nos importamos com ela. Quando não cuidamos do que Deus nos dá, nós o perdemos. E se perdermos a nossa semente, nunca desfrutaremos a nossa colheita. Hebreus 13:5 diz para nos contentarmos com o que temos, e depois prossegue dizendo “Porque Ele [Deus] disse: ‘Não te deixarei, nem te desampararei’” (AMP). É por isso que você pode ficar contente durante os seus pequenos começos. Você sabe que quando Deus começa algo, Ele termina. Então, seja paciente, tenha expectativa, e continue seguindo em frente. “Não rejeiteis, pois, a vossa confiança, que tem grande galardão. Porque necessitais de paciência, para que, depois de haverdes feito a vontade de Deus, possais alcançar a promessa” (Hebreus 10:35-36 NKJV).

Porção Diária: Leia 2 Cr 29-31, Jo 12:37-50, Sl 102:18-28, Pv 27:13-16

Fonte: A Palavra para Hoje