27 de abr. de 2012
Como o aço...
Estive certa vez na sala de provas de uma grande indústria de aço.
Á minha volta achavam-se pequenas divisões e compartimentos, e nelas, peças de aço que haviam sido provadas.
Cada uma estava marcada com um número que mostrava seu ponto de resistência.
Algumas haviam sido torcidas até se quebrarem, e a força de torção estava registrada nelas.
Outras haviam sido esticadas até ao ponto máximo, e sua resistência à tração também estava ali indicada.
Outras ainda haviam sido prensadas até o máximo, e também estavam marcadas.
O chefe das obras sabia exatamente o que aquelas peças de aço suportariam sob pressão. Sabia exatamente o que agüentariam se colocadas num grande navio, edifício ou ponte. E sabia isto porque a sala-de-provas o havia revelado.
Muitas vezes isso acontece com os filhos de Deus.
Ele não quer que sejamos como vasos de vidro ou porcelana.
Deseja ver-nos como essas peças de aço, enrijecidas , capazes de suportar torções e compressões até o máximo, sem desfalecer.
Ele não quer que sejamos plantas de estufa, mas carvalhos batidos pela tempestades; não dunas de areia movidas por qualquer rajada de vento, mas rochas de granito arrostando os mais furiosos temporais.
Para tornar-nos assim Ele precisa levar-nos à sua sala de provas do sofrimento.
Muitos de nós não precisam de outro argumento que a própria experiência, para provar que de fato o sofrimento é a sala de provas da fé.
É muito fácil falarmos e apresentarmos teorias sobre a fé, mas muitas vezes Deus nos lança no cadinho para provar o nosso ouro e para separar dele a escória e as imperfeições.
Felizes somos nós se os furacões que encrespam o mar inquieto da vida tem o efeito de tornar Jesus ainda mais precioso ao nosso coração.
É melhor a tempestade com Cristo do que as águas mansas sem Ele.
Como seria, se Deus não pudesse usar o sofrimento para amadurecer a nossa vida?
Um Bom Dia para você!
Por: Gotas de Bênçãos
15 de abr. de 2012
Um milhão de cristãos se reunirão para orar pelas crianças no dia Global de 14/04
Uma coalizão internacional com um milhão de cristãos, conhecida como o Movimento da Janela 4/14, se juntará em uma oração em seis continentes para o dia Global de 14 de abril, neste sábado, que intercede por todas as crianças de idade entre 4 e 14 anos, que neste período de idade, desenvolve o seus principais fundamentos morais e espirituais.
Visite: Gospel +, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica Gospel“O dia 4/14 Global é um dia anual de oração para as crianças do mundo”, disse Steve Karges, coordenador do evento. ”O foco de nossas orações, no sábado, será para as crianças, e nós convidamos os cristãos em todos os lugares para se juntar ao movimento e rezar”.
Há 2,3 bilhões de filhos no mundo menores de 15 anos, e eles representam o maior grupo não alcançado pelo cristianismo. Meninos e meninas na Janela 4/14 têm prioridade pelos estrategistas de missões evangélicas porque eles são mais abertos e receptivos ao evangelho do que jovens mais velhos e adultos.
O site do evento, Global414Day.com, que foi lançado em dezembro passado, está disponível em 14 línguas. Uma oração livre e um guia de jejum foram disponibilizados on-line para download.
“A resposta para o dia global 4/14 pelos seguidores de Cristo não é nada menos que um milagre”, Steve Karges explicou com entusiasmo. ”Um milhão de cristãos, ou orando por conta própria ou com um grupo, para 2 bilhões de crianças em todo o mundo é notável. Deus está usando o dia global 4/14 para trazer os cristãos, juntamente com o amor, a oração, o ministério das crianças e a internet”.
Fonte: Gospel+
14 de abr. de 2012
Pra que Outros Possam Viver - Ministério Livres para Adorar.
Veja o Video completo dessa mensagem tão confrontante.
O que você tem buscado de Deus nos dias de hoje? Tens coragem para descobrir que tipo de cristão você tem sido? Então veja o video e tire as suas próprias conclusões.
Que Deus abençoe sua vida e que esta palavra produza em você o que for necessário para a sua vida!
10 de abr. de 2012
Promessas Invisíveis, mas Reais
Mateus 21.22
Tudo o que está na Palavra de Deus são promessas que podem ser correta e legalmente ditas mesmo antes de ser visíveis. Alcance no reino espiritual o que você ainda não pode ver e traga as promessas de Deus dali, com as palavras de sua boca e profetize-as, chamando-as à existência. Leia a Palavra de Deus e aja conforme o Espírito Santo dirigí-lo hoje.
16 de fev. de 2012
BRINCANDO CARNAVAL (Dennis Downing)
Era quarta-feira de cinzas. Estava sentado na frente da pequena sala
onde aplicava injeções na emergência do Hospital Getúlio Vargas.
Corredor lotado. Macas enfileiradas dos dois lados. Só dava para uma
maca ou cadeira de rodas passar pelo meio, e o que passava de
bombeiros chegando e maqueiros voltando era impressionante.
Emergência lotada em hospital público não é novidade. Mas, durante
Carnaval parece cenário de filme de guerra.
Meu amigo Tavares, um morador de rua, estava no hospital devido a uma
“brincadeira” de outro “amigo”. O “amigão” dele achou engraçado dar
algumas latas de cana para Tavares e depois jogá-lo no chão em cima
de uma planta venenosa. Até hoje não descobri o nome daquela planta,
mas, o que ela fez com o braço de Tavares era de espantar. Parecia
queimadura de terceiro grau. Além de uma fratura no braço, ele também
sofria com a pele ardendo e corria sério risco de infecção.
Lá estavamos, sentados em cadeiras de plástico, aguardando as
injeções antitetânico, de um antibiótico e do analgésico que Tavares
precisava para aguentar a dor. Ainda alimentamos uma pequena
esperança de conseguir uma maca para ele, pois Tavares teria que
passar alguns dias naquele corredor.
Enquanto aguardávamos, eu olhei as paredes da sala. Estavam todas
enfeitadas com detalhes de decoração de Carnaval – serpentinas em
fita de papel, buzinas, balões e chapéus de isopor, e as tradicionais
máscaras de todos os tipos. Tudo com cores berrantes. Parecia uma
alegria só.
Fiquei olhando para a decoração festeira e para os homens, mulheres e
crianças imprensados nas cadeiras e enfileirados nas macas no
corredor. Quanta festa! Quanta alegria! Quanta dor! Quanta tragédia!
É claro que nem todas as dezenas de pessoas sendo atendidas na
emergência estavam lá em decorrência do Carnaval. Mas, nos dias que
sucederam, conversando com um e outro, descobri que vários estavam
lá, sim, justamente como consequência dos acidentes, das bebedeiras,
das brigas e agressões, enfim, das “brincadeiras” da grande festa do
rei Momo.
Sabia que o “rei Momo”, personagem da mitologia grega, era filho do
sono e da noite, e, de acordo com a lenda, foi expulso do Olimpo por
ridicularizar os outros deuses? Imagine como o verdadeiro Deus se
sente nos dias do nosso Carnaval.
Sabia que a palavra Carnaval vem do latim “carne levare” que
significa “abstenção de carne”? A expressão originalmente se referia
à tradição da igreja Católica instituida no século XI da Quaresma, um
período de 40 dias de privações que se iniciava na Quarta-feira de
Cinzas e terminava na Páscoa. Uma idéia interessante, certamente com
boas intenções. Entretanto, a chegada do período de privações acabou
incentivando a entrega aos prazeres da carne no período que antecedia
esses dias de abstenção. Logo começou a nascer o espírito do nosso
“Carnaval”.
Enquanto olhei os enfeites bonitos e alegres nas paredes da
emergência, não podia deixar de ser comovido pelo contraste com os
corpos agredidos, abusados e quebrados ao meu redor. Não havia lugar
para se sentar. Um homem tentava dormir numa cadeira. Mãe e filha
encolhidas em outra. Só dava para imaginar o que havia sucedido.
Um senhor de idade vagava de sala em sala buscando uma pessoa para
autorizar um raio-x.
Conversei com os parentes de um jovem que sofreu um derrame.
Veio de outro estado brincar Carnaval aqui. E acabou em trajédia, paralisado
em cima de uma maca. O irmão, perplexo, só olhava para o espaço.
Ele aceitou, grato, uma folha com um salmo. Não tenho a coragem em
lugares assim de “pregar”. Alguns tem. Eu não tenho. Só consigo fazer
uma pergunta ou outra para compreender um pouco melhor o que estão
passando. Escuto. Oro. Compartilho um salmo. É o que precisam.
Fiquei olhando as máscaras na parede. O que talvez para alguns era um
adereço alegre para mim parecia algo sinistro. Comecei a pensar, por
que máscaras? Para que encobrir? Ocultar o que? O que se tem a ganhar
com isso? Quem tem a ganhar com isso? Aí, me lembrei de quem encobre,
esconde e finalmente engana. É o pai de tudo isso. É a arte, a profissão dele.
Carnaval. É uma alegria só. Não é verdade? É o grande momento dos
adultos “brincarem”. Sim, claro.
Só não entendo por que os bancos de sangue tem que fazer tantos
apelos nas semanas que antecedem Carnaval. Não faz sentido para mim
por que o estado tem que mobilizar tanto policial nesses dias tão
alegres. É um mistério por que as emergências ficam lotadas e o
movimento no IML se torna tão intenso num momento tão festeiro.
Nunca entendi porque aquela minha amiga que é obstetra diz que daqui a nove
meses vai nascer tanto bebê nas maternidades públicas, e
estranhamente de tantas mães solteiras. Estranho.
Não dá para entender. Deve ser coincidência.
Carnaval é uma alegria só, não é? Vai se juntar? Vai se divertir? Vai
brincar? A escolha é sua. Mas, se for, não esqueça sua máscara.
